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Onde ver arte africana
Entre os principais museus de arte africana moderna e contemporânea no continente estão o Zeitz MOCAA, na Cidade do Cabo (aberto em 2017), o Museu das Civilizações Negras, em Dacar (2018), e o Museu Mohammed VI de Arte Moderna e Contemporânea, em Rabat (2014). Fora de África, o National Museum of African Art da Smithsonian, em Washington, o British Museum, o Musée du quai Branly, em Paris, e o AfricaMuseum, perto de Bruxelas, têm coleções de referência.
Atualizado a 4 min de leitura
Em África
| Museu | Cidade | Abertura | Porque ir |
|---|---|---|---|
| Zeitz MOCAA (Zeitz Museum of Contemporary Art Africa) | Cidade do Cabo, África do Sul | Setembro de 2017 | Arte contemporânea de África e da diáspora, num silo de cereais dos anos 1920 escavado pelo Heatherwick Studio |
| Norval Foundation | Cidade do Cabo, África do Sul | 2018 | Arte sul-africana moderna e contemporânea e um jardim de esculturas |
| Iziko South African National Gallery | Cidade do Cabo, África do Sul | — | A coleção nacional sul-africana |
| Johannesburg Art Gallery | Joanesburgo, África do Sul | 1910 | Uma das maiores coleções do continente |
| Museu das Civilizações Negras | Dacar, Senegal | 6 de dezembro de 2018 | Um vasto museu circular que concretiza o sonho de Senghor de um museu das culturas negras de todo o mundo |
| Museu Théodore Monod de Arte Africana (IFAN) | Dacar, Senegal | — | Arte e objetos históricos da África Ocidental |
| Museu Nacional da Nigéria | Lagos, Nigéria | 1957 | Arte histórica nigeriana; o Anyanwu de Ben Enwonwu está à entrada |
| Museu Nacional de Benin City | Benin City, Nigéria | 1973 | A arte do reino do Benim, na cidade onde os bronzes foram fundidos |
| Museu Nacional do Gana | Acra, Gana | Março de 1957 | Bancos axantes, arqueologia e arte ganesa, sob uma cúpula de 1957 |
| Museu Nacional do Mali | Bamaco, Mali | — | Arqueologia, têxteis e fotografia da África Ocidental |
| Nairobi National Museum | Nairobi, Quénia | — | História, cultura e arte contemporânea do Quénia |
| Museu Nacional da Etiópia | Adis Abeba, Etiópia | — | Lucy e Selam (réplicas), arqueologia axumita e pintura etíope |
| Museu Mohammed VI de Arte Moderna e Contemporânea (MMVI) | Rabat, Marrocos | Outubro de 2014 | Arte moderna marroquina, incluindo a Escola de Casablanca |
| MACAAL (Museu de Arte Contemporânea Africana Al Maaden) | Marraquexe, Marrocos | 2016 | Arte contemporânea de todo o continente |
| Museu de Arte Moderna Egípcia | Cairo, Egito | — | Pintura e escultura egípcias desde o início do século XX, incluindo Mahmoud Saïd; o Museu Mahmoud Mokhtar, ali perto, mostra a obra do escultor Mahmoud Mokhtar |
| Grande Museu Egípcio | Gizé, Egito | Novembro de 2025 | Arte do Egito antigo, incluindo os tesouros de Tutankhamon |
As datas marcadas com «—» são de instituições mais antigas cujas coleções cresceram ao longo de décadas. Horários e encerramentos temporários mudam; confirme antes de ir.
Fora de África
| Museu | Cidade | Notas |
|---|---|---|
| National Museum of African Art, Smithsonian | Washington | Fundado em 1964, parte da Smithsonian desde 1979; coleções históricas e contemporâneas |
| British Museum | Londres | Grandes coleções africanas, incluindo as Sainsbury African Galleries |
| Tate Modern | Londres | Artistas africanos modernos e contemporâneos na coleção; El Anatsui encheu o Turbine Hall em 2023–24 |
| Musée du quai Branly – Jacques Chirac | Paris | Arte histórica de África, Oceânia, Ásia e Américas |
| AfricaMuseum | Tervuren, perto de Bruxelas | O antigo Museu Real da África Central, reaberto em dezembro de 2018 após renovação e uma revisão crítica das suas origens coloniais |
| Humboldt Forum | Berlim | Coleções etnológicas; no centro dos debates sobre restituição |
| Museum of Modern Art (MoMA) | Nova Iorque | Obras de artistas como Ibrahim El-Salahi e Chéri Samba |
Coleções e restituição
Muitos objetos históricos em museus europeus e norte-americanos foram levados durante o período colonial. Desde 2017 vários países devolveram objetos — a França ao Benim em 2021, a Alemanha e a Smithsonian à Nigéria em 2022, incluindo bronzes do Benim — e os museus explicam cada vez mais como as suas coleções foram adquiridas. Visitar com essa história em mente muda aquilo que vemos.
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