Fotógrafo de vida selvagem · África do Sul
Austin Stevens
Austin Stevens (nascido em 1950) é um herpetólogo, fotógrafo de vida selvagem e apresentador de televisão nascido na África do Sul, mais conhecido pela série da Animal Planet Austin Stevens: Snakemaster (2004-2009). Mudou-se para a Austrália no final da década de 2000.
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Austin Stevens nasceu a 19 de maio de 1950 em Pretória, então na província do Transvaal e hoje no Gauteng, África do Sul. Fez nome com os répteis e não com o mundo das galerias, e a sua fotografia esteve sempre ao serviço das suas expedições: a imagem de uma serpente concreta no seu habitat é normalmente o objetivo da viagem.
Dos parques de serpentes a um recorde
Trabalhou com serpentes em parques de serpentes sul-africanos, incluindo o Transvaal Snake Park e o Hartbeespoort Dam Snake and Animal Park, e é descrito como herpetólogo. Tornou-se muito conhecido por uma tentativa de recorde do Guinness em que viveu num recinto de vidro com 36 serpentes venenosas. A maioria das fontes indica 107 dias e noites, embora uma listagem diga 170, pelo que convém verificar o número antes de o repetir.
Televisão e livros
Austin Stevens: Snakemaster, transmitida na Animal Planet de 2004 a 2009, tornou-o conhecido internacionalmente. Os programas seguem-no a lugares remotos para encontrar e filmar animais perigosos, e ele transformou essas mesmas viagens em livros, entre eles Snakemaster: Wildlife Adventures with the World's Most Dangerous Reptiles. Depois de se casar em 2007, mudou-se para a Austrália, onde vive no Queensland.
Como olhar
Stevens pertence ao lado da vida selvagem da fotografia africana, onde as ferramentas de trabalho são a paciência, o ofício de campo e a distância. Quando olhar para as suas fotografias, trate-as como documentos de um encontro: pergunte a que distância estava o fotógrafo, o que fazia o animal e se o enquadramento mostra o habitat ou apenas o animal. O objetivo está mais próximo do registo de campo de um naturalista do que do retrato, e a série de televisão, os livros e as fotografias nascem das mesmas viagens. É uma tradição diferente da do trabalho documental da nossa lista de fotógrafos sul-africanos. Veja também os fotógrafos africanos.
